José Vagner Pitinga Pinto
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12 novembro 2017
09 dezembro 2014
14 agosto 2014
Citação de Milton Friedman
“Há poucas coisas capazes de minar tão profundamente as bases de nossa sociedade livre do que a aceitação, por parte dos dirigentes das empresas, de uma responsabilidade social que não a de fazer tanto dinheiro quanto possível para seus acionistas. Trata-se de uma doutrina fundamentalmente subversiva. Se homens de negócios têm outra responsabilidade social que não a de obter o máximo de lucro para seus acionistas, como poderão eles saber qual seria ela? Podem os indivíduos decidirem o que constitui o interesse social? Podem eles decidirem que carga impor a si próprios e a seus acionistas para servir ao interesse social? É tolerável que funções públicas, como imposição de impostos, despesas e controle, sejam exercidas pelas pessoas que estão no momento dirigindo empresas particulares, escolhidas para estes postos por grupos estritamente privados? Se os homens de negócios são servidores civis e não empregados de seus acionistas – então, numa democracia, eles serão, cedo ou tarde, escolhidos pelas técnicas públicas de eleições e denominações.”(Milton Friedman, Capítulo 8 de ”Capitalismo e Liberdade”.)
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21 abril 2012
Intolerância religiosa
POR DRAUZIO VARELLA*
Intolerância religiosa
O fervor religioso é uma arma assustadora, disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso
SOU ATEU e mereço o mesmo respeito que tenho pelos religiosos.
A humanidade inteira segue uma religião ou crê em algum ser ou
fenômeno transcendental que dê sentido à existência. Os que não sentem
necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos são
tão poucos que parecem extraterrestres.
Dono de um cérebro com capacidade de processamento de dados
incomparável na escala animal, ao que tudo indica só o homem faz
conjecturas sobre o destino depois da morte. A possibilidade de que a
última batida do coração decrete o fim do espetáculo é aterradora. Do
medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tendência a acreditar
que somos eternos, caso único entre os seres vivos.
Todos os povos que deixaram registros manifestaram a crença de que
sobreviveriam à decomposição de seus corpos. Para atender esse desejo, o
imaginário humano criou uma infinidade de deuses e paraísos celestiais.
Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos a interferências
mágicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado,
para eles a vida eterna não faz sentido.
Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente
porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a
crer leva outro a desacreditar.
Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode
discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus
quando confrontados com crenças alheias.
Que sentido tem para um protestante a reverência que o hindu faz
diante da estátua de uma vaca dourada? Ou a oração do muçulmano voltado
para Meca? Ou o espírita que afirma ser a reencarnação de Alexandre, o
Grande? Para hindus, muçulmanos e espíritas esse cristão não seria ateu?
Na realidade, a religião do próximo não passa de um amontoado de
falsidades e superstições. Não é o que pensa o evangélico na
encruzilhada quando vê as velas e o galo preto? Ou o judeu quando
encontra um católico ajoelhado aos pés da virgem imaculada que teria
dado à luz ao filho do Senhor?
Ou o politeísta ao ouvir que não há
milhares, mas um único Deus?
Quantas tragédias foram desencadeadas pela intolerância dos que não
admitem princípios religiosos diferentes dos seus? Quantos acusados de
hereges ou infiéis perderam a vida?
O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser
pensante obriga-os a questionar suas próprias convicções. Não é outra a
razão que os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades
humanas e atribuir as demais às tentações do Diabo. Generosidade,
solidariedade, compaixão e amor ao próximo constituem reserva de mercado
dos tementes a Deus, embora em nome Dele sejam cometidas as piores
atrocidades.
Os pastores milagreiros da TV que tomam dinheiro dos pobres são
tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a
bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares porque
obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus, seriam considerados
mensageiros de Satanás.
Ajudamos um estranho caído na rua, damos gorjetas em restaurantes aos
quais nunca voltaremos e fazemos doações para crianças desconhecidas,
não para agradar a Deus, mas porque cooperação mútua e altruísmo
recíproco fazem parte do repertório comportamental não apenas do homem,
mas de gorilas, hienas, leoas, formigas e muitos outros, como
demonstraram os etologistas.
O fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar
contra os que pensam de modo diverso. Em vez de unir, ele divide a
sociedade -quando não semeia o ódio que leva às perseguições e aos
massacres.
Para o crente, os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios
morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito
que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo.
Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que
a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas
contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne
intolerante, autoritária ou violenta.
Quanto aos religiosos, leitor, não os considero iluminados nem
crédulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os
homens por suas ações, não pelas convicções que apregoam.
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Jose Vagner P Pinto
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18 março 2012
Frase do Filme Coach Carter
Português
"O nosso maior medo não é que sejamos inadequados. O nosso maior medo é que sejamos poderosos além da conta. É a nossa luz, não a nossa escuridão, o que mais nos assusta. Os atos insignificantes não servem para mundo. Não há nada esclarecido em se encolher para que os outros à nossa volta não se sintam inseguros. Todos nascemos para brilhar, como fazem as crianças. Não esta só em alguns de nós, está em todos nós. E a medida que deixamos a nossa luz brilhar, inconscientemente, damos permissão para os outros fazerem o mesmo. quando nos libertamos de nossos medos, nossa presença automaticamente liberta os outros."
Inglês
"Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness, that most frightens us. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won't feel insecure around you. We are all meant to shine as children do. It's not just in some of us; it is in everyone. And as we let our own lights shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others."
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Jose Vagner P Pinto
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22 janeiro 2012
Distribuição de Riqueza
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'.
O professor então disse, 'Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.'
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um 'A'...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam 'B'. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi 'D'.
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um 'F'.
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado...
'Quando a recompensa é grande', ele disse, 'o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.'"
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Texto atribuído a Adrian Rogers, 1931/2005
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Jose Vagner P Pinto
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